O que é que tu estás vendo aí?

Mesmo as manifestações mais esquisitas das pessoas (sob forma de livros, filmes, espetáculos) são produto de sua condição humana e encerram a possibilidade de ensinamento.

O potente olhar da inveja

Em sociedades fortemente competitivas, como aquelas que surgiram na modernidade, invejar os outros, querer superá-los, é um estímulo.

Internet e fraude

Há um lugar em que a Internet está causando problemas: a sala de aula.

Clube dos suicidas (2007)

Sinopse Este curta retrata com humor irônico o controle e o poder que a mídia pode exercer sobre a vida das pessoas. Mostra um locutor de rádio que de maneira envolvente, narra a tentativa de suicídio de diversos convidados. Adaptação: Baseado na crônica homônimo “O Clube dos Suicidas”, de Moacyr Scliar. Ficha Técnica Gênero: curta-metragem Roteiro, direção e fotografia: Cauê Angeli Produtora: Canal Aberto – Prêmio de Melhor Ator no Festival Cinema Mundo/2007

A mulher que escreveu a Bíblia (2007)

A peça A Mulher que escreveu a Bíblia estreou em 16 de novembro de 2007, no Espaço SESC, em Copacabana – RJ. A temporada de estreia foi sucesso absoluto de crítica e público, com todas as suas apresentações lotadas. Consagrado naquele ano como “um dos 10 melhores espetáculos de 2007” pelo Jornal O Globo, o espetáculo reestreou, a convite do Teatro dos 4, em 8 de janeiro de 2008. O que deveria ser uma breve temporada de dois meses, teve quatro prorrogações, ficando em cartaz ali, até junho daquele ano. Na sequência, e sempre repetindo o sucesso de até então, A Mulher que escreveu a Bíblia foi para Niterói, no Teatro da UFF e logo após para a Sala Tônia Carreiro do Teatro Leblon. No último trimestre de 2008 apresentou-se em diversas cidades do Festival de Inverno do SESC, do Circuito SESC Estadual de Artes no Rio de Janeiro, nos Festivais de Teatro de Angra dos Reis/RJ, Vitória/ES, Porangatu/GO, Recife/PE, fechando o ano com uma mini-turnê por 5 cidades do Rio Grande do Sul. Em janeiro e fevereiro de 2009 a peça voltou para o Rio de Janeiro, no Teatro Clara Nunes, Shopping da Gávea – RJ, em outra bem-sucedida temporada. Em março foi a vez do Festival de Teatro de Curitiba/PR. Nesse semestre, apresentou-se também no CCBB de Belo Horizonte, Angra dos Reis/RJ e Três Rios/RJ. A montagem de A Mulher que escreveu a Bíblia foi agraciada ainda com indicações para os mais importantes prêmios da categoria: Prêmio Shell 2007 – melhor atriz e melhor iluminação; Prêmio Extra – melhor atriz; Prêmio APTR (Ass. Produtores de Teatro RJ) 2008 – melhor atriz e Prêmio Qualidade Brasil 2008 – melhor espetáculo, vencendo este na categoria melhor atriz. Ficha Técnica Autor: Moacyr Scliar Adaptação: Thereza Falcão Concepção E Direção: Guilherme Piva Performance: Inez Viana Música Original E Direção Musical: Marcelo Alonso Neves Cenário: Sérgio Marimba Iluminação: Maneco Quinderé Figurino: Rui Cortez Preparação Corporal: Daniela Amorim Designer Gráfico: Paula Joory Direção De Produção E Produção Executiva: Isabel Themudo Produção: Inez Viana E Thereza Falcão Acesse a página oficial da peça neste link.

A palavra mágica (2007)

Ao lermos o título da obra “A palavra mágica”, ficamos nos perguntando que palavra é essa: seria tal como aparece nos contos maravilhosos que ouvimos desde criança? Diferentemente dessa hipótese, ao contar a história do intratável Lucídio, brigado há muito com a família e reconduzido ao afeto familiar pela disponibilidade amorosa de seu neto Pedro, o autor vai nos revelando aos poucos os múltiplos significados da “palavra mágica”. Ficamos sabendo que, apesar de toda palavra mágica possuir poderes extraordinários, nessa história trata-se de uma palavra comum, tão comum que “quer partilhar a vida com os outros”, ou seja, conviver com as outras plavras, com as quais forma frases e as frases formam uma história. Pois não é que existe magia em cada história contada? Porque “quando o escritor sabe contar uma boa história ele mexe com a gente, não é mesmo? É como se a gente estivesse vivendo outra vida, a vida das personagens”.

O menino e o bruxo (2007)

No Rio de Janeiro do século XIX, o garoto Joaquim Maria acorda de um sonho em que é um escritor famoso. Mas a realidade é bem diferente: tímido, mulato, pobre e gago, ele tenta vender doces. Porém, um mágico acontecimento vai mudar sua vida.

ABC do mundo judaico (2007)

De Abraão, patriarca hebreu, ao Zohar, livro da Cabala que discute a origem do Universo, esse ABC reúne verbetes que explicam as tradições, as festas, a religiosidade e os costumes de um povo com mais de 5 mil anos de existência. Os textos contam passagens da história dos judeus e falam de datas comemorativas como o Pêssach e o Yom Kippur e de personalidades como o rei Davi e os escritores Primo Levi e Elie Wiesel.