Um mestre da história curta
Ganham nova edição no Brasil os contos fantásticos de “Octaedro”, de Julio Cortázar, escritor argentino que foi símbolo da resistência política nos anos 60.
Porto de histórias: Mistérios e crepúsculos de Porto Alegre (2000)

“Porto de histórias” é um livro repleto de informações e curiosidades sobre Porto Alegre. O elegante estilo de Scliar passeia pela história da cidade, descortinando seus pontos turísticos, mas, principalmente, desnudando o lado mais íntimo dessa metrópole. A culinária, os esportes, a vida noturna, o clima de Porto Alegre, seu morador típico e até mesmo como os gaúchos esperam e aproveitam seu fim de semana. Scliar resgata os moradores ilustres das margens do Guaíba, como Luiz Carlos Prestes, Mário Quintana, Lupicínio Rodrigues, Getúlio Vargas e Érico Verissimo, entre outros. Personagens que ajudam a compor um roteiro bem informado e bem humorado de Porto Alegre – um verdadeiro guia para estrangeiros de dentro e fora do Brasil.
A face oculta (2000)

De sua coluna em Zero Hora, onde põe em cena o universo da prática da medicina, universo cheio de mitologias, descobertas, medos, conquistas, o autor ilumina áreas obscuras da ação muitas vezes heróica dos médicos e busca compreender a angústia dos pacientes, enquanto esclarece, a todos nós, as dúvidas mais urgentes sobre o mais próximo dos planetas: o nosso próprio corpo. Eis um livro que, sob vários aspectos, é um remédio. Ouça o book trailer:
A imagem viva do Brasil
Nestes 500 anos de História, quais são as figuras que personificam o nosso país, que sintetizam, por suas qualidades e seus defeitos, suas grandezas e suas misérias, a trajetória do Brasil?
Um reduto da paixão

Uma homenagem do Moacyr Scliar ao centenário do Colégio Julio de Castilhos. Ele lembra que estudou ali 4 anos e do incêndio que quase acabou coma a escola. A fundação do Julhinho foi em 23 de março. Talvez fosse bom antecipar essa crônica para coincidir com o aniversário.
Memórias de um quase pianista
Delicioso texto em que o Moacyr Scliar fala dos tempos em que estudou piano. Sonho que nunca foi adiante. Tinha uma professora gorda, que nunca sorria e batia nos dedos do Moacyr cada vez que ele errava uma nota.
A majestade do Xingu (2000)

Editorial Caminho, 2000
L’Orecchio di Van Gogh (2000)

Roma, Voland, 2000

























